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"O discurso da liderança tem que ser apaziguador", afirma sobre Bolsonaro

 

O deputado federal eleito Capitão Wagner, do PROS, deu entrevista exclusiva ao programa O Povo no Rádio, da Rádio O POVO CBN, na manhã desta terça-feira (09). O policial militar foi eleito com mais de 300 mil votos nas eleições deste ano, sendo o mais votado em todo o estado do Ceará. A nova configuração do Senado e a sua candidatura à Prefeitura de Fortaleza em 2020 foram assuntos desta entrevista.

 

Wagner demonstrou felicidade com o fortalecimento de seu partido. A eleição de Eduardo Girão para o Senado e de Vaidon Oliveira para a Câmara colocaram o seu partido em evidência no estado. Quanto a isso, o capitão da Polícia Militar acredita que deve-se a sua campanha trilhada deste a sua eleição como vereador em 2012 e ao fortalecimento de seu nome no palanque regional.

 

A oposição ao governo de Camilo Santana, do PT, reeleito com quase 80% dos votos, foi outro ponto abordado pelo deputado. Segundo ele, pode-se costurar uma aliança entre PSDB e PROS, aliados na coligação estadual, e o PSL, de Jair Bolsonaro e de Heitor Freire, eleito deputado federal. O declarado apoio ao presidenciável do PSL, no entanto, surgiu com ressalvas. Para Wagner, "o discurso da liderança tem que ser um discurso apaziguador"; como forma de solucionar os problemas do país.

 

A sua provável candidatura à Prefeitura de Fortaleza em 2020 trouxe muitas dúvidas e acusações de jogo político. Cid Gomes, do PDT, eleito senador, aparece como provável candidato ao Paço Municipal. Capitão Wagner afirmou que a chapa do ex-governador do Ceará foi bem desenhada, com o irmão de Roberto Cláudio, Prisco Bezerra, como primeiro suplente na chapa de Cid.

 

Confira entrevista exclusiva cedida à Rádio O POVO CBN.